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	<title>Comments on: MagLev Cobra é destaque no site Inovação Tecnológica</title>
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		<title>By: Antônio Carlos de Castro</title>
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		<dc:creator>Antônio Carlos de Castro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:20:25 +0000</pubDate>
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		<description>A  implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV) ou Trem bala, entre o Rio de Janeiro e Campinas-SP custará cerca de R$ 70 milhões/km contra R$ 2 milhões/km do trem convencional, ou seja daria para construir cerca de 17.000 km deste contra 510 km do trem bala . Se combinarmos a implantação do trem convencional com a revitalização da malha existente a extensão seria maior beneficiando outros estados. 
 
A malha ferroviária mundial tem mais de 1.000.000 km de trens convencionais contra um pouco mais de 8.000 km dos trens de alta velocidade, concentrados em 9 países de alta renda per capita (Japão, Taiwan, Coréia do Sul, França, Alemanha, Itália, Espanha, Bélgica e Inglaterra). Não temos tecnologia para fabricar as composições do trem bala, mas certamente com investimentos modestos em desenvolvimento, fabricaremos as convencionais, movimentando toda a indústria brasileira. 
 
Os trens de alta velocidade, atingem mais de 250 km/hora, e abaixo disto, são os considerados trens convencionais. Por que não começar com um trem convencional a 200km/hora com o devido tempo desenvolveremos tecnologia para trem de alta velocidade (MAGLEV COBRA)? obras deste tipo podem resultar em fracassos como o túnel sob o canal da Mancha, cuja receita não paga os juros de financiamento e o governo tem que arcar com a diferença, todo o cuidado é pouco, pois não somos ricos. 

Todas as cidades envolvidas no empreendimento serão ouvidas pelo consórcio responsável pela licitação, mas não foi apresentado nenhum plano alternativo com o trem convencional.

Temos que investir em Transporte Multimodal, pois o Brasil é de extensão continental e não entrar numa aventura faraônica que é o trem-bala.
 
Fontes utilizadas: 
1)	Estudo disponível no site do BNDES: “Trens de Alta Velocidade: Experiência Internacional” de Sander Magalhães Lacerda, 
2)	Matéria de 3 páginas do Estado de São Paulo no dia 23/08/09 sobre o trem bala (Cidades, C1, C4 e C5) que aponta sérios danos ambientais, desapropriações de áreas residenciais e industriais: serão 312 km de superfície, 108 km de pontes e 91 km de túneis, 
3)	Artigo “A quem interessa o trem bala mesmo?” de Creso de Franco Peixoto - Engenheiro Civil, mestre em Transportes e professor de Engenharia Civil do Centro Universitário da FEI - Fundação Educacional Inaciana: 
4)	Maglev Cobra : //www.maglevcobra.com.br
            
Antônio Carlos de Castro
Engenheiro
Campinas-SP</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A  implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV) ou Trem bala, entre o Rio de Janeiro e Campinas-SP custará cerca de R$ 70 milhões/km contra R$ 2 milhões/km do trem convencional, ou seja daria para construir cerca de 17.000 km deste contra 510 km do trem bala . Se combinarmos a implantação do trem convencional com a revitalização da malha existente a extensão seria maior beneficiando outros estados. </p>
<p>A malha ferroviária mundial tem mais de 1.000.000 km de trens convencionais contra um pouco mais de 8.000 km dos trens de alta velocidade, concentrados em 9 países de alta renda per capita (Japão, Taiwan, Coréia do Sul, França, Alemanha, Itália, Espanha, Bélgica e Inglaterra). Não temos tecnologia para fabricar as composições do trem bala, mas certamente com investimentos modestos em desenvolvimento, fabricaremos as convencionais, movimentando toda a indústria brasileira. </p>
<p>Os trens de alta velocidade, atingem mais de 250 km/hora, e abaixo disto, são os considerados trens convencionais. Por que não começar com um trem convencional a 200km/hora com o devido tempo desenvolveremos tecnologia para trem de alta velocidade (MAGLEV COBRA)? obras deste tipo podem resultar em fracassos como o túnel sob o canal da Mancha, cuja receita não paga os juros de financiamento e o governo tem que arcar com a diferença, todo o cuidado é pouco, pois não somos ricos. </p>
<p>Todas as cidades envolvidas no empreendimento serão ouvidas pelo consórcio responsável pela licitação, mas não foi apresentado nenhum plano alternativo com o trem convencional.</p>
<p>Temos que investir em Transporte Multimodal, pois o Brasil é de extensão continental e não entrar numa aventura faraônica que é o trem-bala.</p>
<p>Fontes utilizadas:<br />
1)	Estudo disponível no site do BNDES: “Trens de Alta Velocidade: Experiência Internacional” de Sander Magalhães Lacerda,<br />
2)	Matéria de 3 páginas do Estado de São Paulo no dia 23/08/09 sobre o trem bala (Cidades, C1, C4 e C5) que aponta sérios danos ambientais, desapropriações de áreas residenciais e industriais: serão 312 km de superfície, 108 km de pontes e 91 km de túneis,<br />
3)	Artigo “A quem interessa o trem bala mesmo?” de Creso de Franco Peixoto &#8211; Engenheiro Civil, mestre em Transportes e professor de Engenharia Civil do Centro Universitário da FEI &#8211; Fundação Educacional Inaciana:<br />
4)	Maglev Cobra : //www.maglevcobra.com.br</p>
<p>Antônio Carlos de Castro<br />
Engenheiro<br />
Campinas-SP</p>
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